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Alerta máximo: Anvisa proíbe “canetas do Paraguai” e apreensão é imediata

por | jan 23, 2026 | NOTÍCIAS, SAÚDE, SLIDER | 0 Comentários

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão imediata e a proibição total da fabricação, importação, comercialização, distribuição, propaganda e uso da tirzepatida das marcas Synedica e TG, conhecidas popularmente nas redes sociais como as chamadas “canetas do Paraguai”. A decisão foi publicada nesta quarta-feira (21) no Diário Oficial da União.

Além dessas marcas, a Anvisa também proibiu a retatrutida de todas as marcas, substância que vem sendo divulgada de forma irregular como uma nova promessa para emagrecimento rápido.

Segundo o órgão regulador, os produtos estavam sendo anunciados e vendidos sem qualquer registro sanitário, o que os torna ilegais no Brasil. Perfis em redes sociais vinham divulgando as canetas como medicamentos seguros, quando, na realidade, não passaram por avaliação de eficácia, segurança ou qualidade exigida pela legislação sanitária.

A resolução da Anvisa é clara: a proibição se aplica a qualquer pessoa física ou jurídica que comercialize, distribua, divulgue ou faça propaganda desses produtos, inclusive por meio digital. A infração pode resultar em sanções administrativas, multas e outras penalidades previstas em lei.

Retatrutida: promessa perigosa

A Anvisa também fez um alerta específico sobre a retatrutida, uma substância da mesma classe dos medicamentos GLP-1, mas que ainda está em fase de estudos clínicos. Não existe, até o momento, autorização para comercialização dessa substância no Brasil ou em qualquer outro mercado regulamentado.

Portanto, qualquer produto vendido com a alegação de conter retatrutida não oferece garantia de segurança, eficácia ou qualidade, podendo representar risco grave à saúde, incluindo reações adversas desconhecidas, contaminação e dosagem inadequada.

Alerta à população

A Anvisa reforça que medicamentos só devem ser adquiridos em farmácias e estabelecimentos regularizados, sempre com prescrição médica quando exigida. A compra de produtos ilegais pela internet, especialmente os divulgados como “milagrosos”, pode trazer consequências sérias e irreversíveis.

O órgão orienta ainda que denúncias sobre venda irregular de medicamentos sejam feitas pelos canais oficiais da vigilância sanitária.

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