USP e Unifesp confirmam: energia das mãos humanas impacta corpo e mente e pode reduzir estresse, ansiedade e depressão
Uma pesquisa inédita conduzida por cientistas da USP e da Unifesp está ajudando a aproximar duas esferas historicamente tratadas como opostas: espiritualidade e ciência. O estudo revelou que a energia sutil emitida pelas mãos humanas — presente em práticas milenares como o Johrei e o passe espírita — produz efeitos mensuráveis no corpo e na mente, favorecendo melhorias físicas, emocionais e psicológicas.
A investigação científica começou no ano 2000, motivada pela experiência pessoal do pesquisador Ricardo Monezi, da Unifesp. Na adolescência, ele enfrentou uma profunda crise depressiva e encontrou alívio justamente em práticas energéticas. Anos depois, decidiu levar essa vivência ao laboratório, buscando comprovar efeitos que, por séculos, foram atribuídos apenas ao campo espiritual.
Resultados em animais: células de defesa mais fortes e eficientes
Durante o mestrado, Monezi avaliou 60 camundongos submetidos à aplicação energética. Os resultados surpreenderam: houve aumento significativo na atividade das células de defesa. Mais do que isso, elas se tornaram muito mais eficientes no combate a tumores, indicando que a energia sutil pode influenciar diretamente processos biológicos ligados à imunidade.
Resultados em humanos: menos estresse, menos ansiedade, menos depressão
No doutorado, o pesquisador ampliou o escopo e analisou os impactos psicológicos da imposição de mãos em 44 idosos com estresse crônico. A resposta foi clara e consistente:
- Redução expressiva dos sintomas de estresse;
- Redução significativa de ansiedade;
- Redução marcante de sintomas depressivos;
- Aumento da sensação de calma, bem-estar e equilíbrio interno.
Segundo Monezi, os processos ativados são “sutis, porém extremamente eficazes”, sugerindo que a energia humana pode influenciar tanto aspectos emocionais quanto fisiológicos.
Ciência confirma o que tradições milenares sempre defenderam
A imposição de mãos é um conhecimento ancestral, presente em culturas que vão desde o Egito Antigo até centros terapêuticos e espirituais modernos. Apesar de diferentes nomes — Johrei, passe espírita, cura energética, entre outros —, a essência é a mesma: utilizar a energia vital para promover harmonia e saúde.
Agora, pesquisas acadêmicas começam a validar de forma objetiva aquilo que essas tradições afirmam há séculos: o ser humano é um emissor natural de energia capaz de influenciar seu próprio estado e o de outras pessoas.
Próximos passos: Reiki e outras terapias energéticas entram na pauta científica
Diante dos resultados promissores, a equipe deve expandir o estudo para incluir outras práticas energéticas, como o Reiki e terapias correlatas. O objetivo é estabelecer parâmetros científicos capazes de medir, comparar e validar diferentes técnicas de cura energética.
Para a ciência, é uma fronteira emergente.
Para as tradições antigas, é apenas a confirmação do óbvio:
a energia humana cura — e a ciência, finalmente, está começando a provar isso.









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