As inscrições postergadas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para o primeiro semestre de 2026 já estão abertas. O processo é destinado exclusivamente aos estudantes que tiveram a conclusão da inscrição adiada nos processos seletivos do primeiro ou do segundo semestre de 2025.
De acordo com o cronograma oficial, os candidatos devem realizar a complementação da inscrição até o dia 16 de janeiro, por meio do sistema Fies Seleção. Para garantir o financiamento, é indispensável cumprir todos os requisitos, prazos e etapas estabelecidos em edital.
Após concluir a complementação no sistema, o estudante deverá validar as informações junto à CPSA (Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento) da instituição de ensino superior na qual foi pré-selecionado. A validação exige a entrega da documentação obrigatória, que pode ser feita de forma presencial ou eletrônica, conforme as regras da instituição. Esse procedimento deve ocorrer a partir do dia seguinte à complementação e em até cinco dias úteis.
Na sequência, o candidato deverá comparecer a um agente financeiro para validar os dados e formalizar a contratação do financiamento, dentro do prazo de até dez dias, contados a partir do terceiro dia útil após a validação pela CPSA. A contratação poderá ser realizada digitalmente ou de forma presencial, conforme a disponibilidade do banco responsável.
Os estudantes pré-selecionados para vagas do Fies Social estão dispensados da comprovação da renda familiar junto à CPSA. No entanto, continuam obrigados a comparecer à comissão para validação das demais informações, respeitando os mesmos prazos dos demais candidatos.
Fies Social amplia acesso ao ensino superior
Criado pela Resolução nº 58/2024, o Fies Social reserva 50% das vagas para estudantes com renda familiar per capita de até meio salário mínimo, desde que estejam inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) com situação ativa. Nesses casos, é possível solicitar financiamento de até 100% dos encargos educacionais.
A iniciativa busca fortalecer o caráter social do programa, ampliando o acesso ao ensino superior para estudantes de baixa renda e contribuindo diretamente para a redução das desigualdades educacionais no país.









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