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“O caos está de volta: Dimitri Pellz acende a tour FEROZ e celebra 20 anos de ruído e revolução”

por | out 21, 2025 | NOTÍCIAS, SLIDER | 0 Comentários

Vinte anos. Duas décadas de suor, guitarras, ruídos e epifanias elétricas.
É assim que a Dimitri Pellz celebra sua história — reacendendo o pavio da criação com a tour FEROZ, que realiza três shows gratuitos e acessíveis: em Corumbá (22/11), Dourados (28/11) e Campo Grande (29/11).
Mais que uma sequência de apresentações, o giro propõe reencontros, memórias e novas desordens sonoras, promovendo o intercâmbio entre gerações de artistas e públicos.

Nascida em 2005, a banda construiu uma trajetória marcada por performances intensas e uma estética que desafiou os limites do rock sul-mato-grossense. Passou por festivais como Casarão (Porto Velho) e Bananada (Goiânia), produziu coletivamente seus próprios eventos e ajudou a formar novas bandas por meio do lendário coletivo Bigorna.

Mesmo durante o hiato, o público manteve acesa a energia dessa entidade sonora. Com o relançamento do álbum Trepanador em 2024, o grupo voltou aos palcos “pra reorbitar a desordem do caos” — reafirmando seu papel como uma força telúrica da música independente.

“Voltar a integrar essa gravidade onde nós e o público nos relacionamos em camadas do sensível… onde tudo pode acontecer, se ordenar e desordenar”, explica Maíra Espíndola, vocalista e corpo incendiário da banda. “Reorbitar o caos é contrastar ordem e desordem, centro e dispersão — é acreditar na potência do abalo.”

A FEROZ também celebra o reencontro com nomes que marcaram a história do grupo: Dani Vallejo, Bosco Batera e Fran Cavalheri, além dos parceiros de sempre: Letz Spíndola (coordenação), Adriel Santos (som) e Pedro Laurentino (registro visual).

Para o baixista Heitor Teixeira, o retorno é um rito de pertencimento:

“Criar com o Dimitri sempre foi fácil: um puxa o caminho e os outros entram na dança. O som é corpo coletivo. E é isso que ainda move a gente — esse instinto de manada, essa pulsão animal.”

A turnê, realizada com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), é uma ode ao tempo e à transformação — reafirmando o legado de uma banda que nunca se contentou com o silêncio.

Dimitri Pellz é:
Maíra Espíndola (voz), André Samambaia (teclados), Heitor Teixeira (baixo), Jean Albernaz (bateria) e Michelle Meza (guitarra).

Fotos: Ana Carolina Fonseca

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