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Pele a pele: como a Mpox está se espalhando e o que fazer para se proteger

por | mar 5, 2026 | NOTÍCIAS, SAÚDE, SLIDER | 0 Comentários

O avanço recente da Mpox no Brasil reacendeu o sinal vermelho da vigilância sanitária. Estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Paraná e o Distrito Federal já registram aumento de notificações, enquanto autoridades investigam se a linhagem atual apresenta maior capacidade de transmissão.

Como a Mpox é transmitida

O principal fator de risco é o contato direto pele a pele com pessoa infectada, especialmente quando há lesões ativas. A transmissão ocorre por:

  • Beijos, abraços e relações sexuais com pessoa contaminada;
  • Contato com feridas, crostas ou secreções;
  • Gotículas respiratórias em contato próximo e prolongado;
  • Compartilhamento de toalhas, roupas, lençóis ou talheres contaminados.

O risco aumenta significativamente quando há exposição a lesões abertas.

Sintomas iniciais

A infecção costuma começar como uma gripe intensa, com febre alta e calafrios. O inchaço dos linfonodos no pescoço, axilas ou virilha é um diferencial importante. Em seguida, surgem lesões que evoluem de manchas para bolhas com líquido e depois formam crostas. As feridas podem aparecer no rosto, mãos, pés, região genital ou anal e são acompanhadas de dores musculares, nas costas e dor de cabeça.

Prevenção é decisiva para conter o avanço

A contenção depende de medidas claras:

  • Isolamento imediato ao surgirem os sintomas;
  • Permanecer isolado até que todas as crostas caiam e a pele esteja completamente cicatrizada;
  • Não compartilhar objetos pessoais;
  • Higienizar as mãos com frequência e usar álcool 70%;
  • Utilizar máscara em caso de suspeita.

A vacinação no Brasil é direcionada a grupos de maior risco e contatos diretos de casos confirmados. Em caso de suspeita, a orientação é não se automedicar e procurar imediatamente uma unidade de saúde, mantendo lesões cobertas durante o deslocamento.

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