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Quem disse que seria fácil? Brasil abre Copa com Marrocos, o ‘carrasco de favoritos’

por | dez 5, 2025 | ESPORTE, SLIDER | 0 Comentários

Brasil estreia na Copa de 2026 contra o Marrocos, a 3ª colocada de 2022 — e o alerta já está ligado

O sorteio da Copa do Mundo de 2026 entregou ao Brasil um recado claro: não existe mais estreia tranquila em Mundial. A Seleção começa sua campanha no dia 13 de junho, contra ninguém menos que Marrocos, a equipe que chocou o planeta ao terminar em 3º lugar na Copa de 2022.
Para quem esperava um início “leve”, o calendário tratou de lembrar que o futebol não perdoa acomodados.

O Brasil caiu no Grupo C, ao lado de Marrocos, Escócia e Haiti. No papel, parece um grupo acessível. Mas há sempre aquele detalhe incômodo: o futebol jogado nos últimos anos não autoriza grande confiança.

Marrocos: o “azarão profissional” que adora fazer vítimas grandes

A equipe marroquina não chega mais a torneios como convidada simpática. Desde 2022, ganhou status de “predadora de favoritos”. Defende bem, joga com intensidade, e ainda por cima trata Copa do Mundo como um rito tribal — enquanto o Brasil, às vezes, parece jogá-la como um amistoso de luxo.

A estreia contra esse time é, no mínimo, um teste de nervos.
O tipo de jogo que, se as coisas não encaixarem, vira pesadelo antes dos 20 minutos.

E o Brasil? Cabeça de chave… mas sem cabeça tranquila

O Brasil chega como cabeça de chave, sim — título bonito, mas que não apaga a realidade: a Seleção vive anos de turbulência, de identidades trocadas, de projetos inacabados. E agora encara logo de cara um adversário que sabe machucar quem entra desligado.

O torcedor até tenta se animar com a ordem dos jogos, mas a sensação é outra:
o sorteio não assustou… mas também não dá nenhum motivo para soberba.

Os outros jogos: Escócia e Haiti

Depois da estreia, vêm Escócia e Haiti. Duas equipes que, em tese, deveriam oferecer menos resistência. O problema é que “em tese” tem sido uma expressão perigosa para a Seleção Brasileira, que nos últimos anos se especializou em complicar o que deveria ser simples — e transformar grupos fáceis em dramas desnecessários.

Um Mundial que começa com prova oral, não com chamada

A Copa de 2026, com seus 48 times e 12 grupos, promete muitos roteiros improváveis.
E o Brasil já estreia no papel de protagonista observado, não de mestre da situação.

Contra Marrocos, não há margem para desatenção, nem para nostalgia de tempos melhores.
Se a Seleção quiser escrever algo diferente do que tem vivido, o começo passa por encarar um adversário que já mostrou ao mundo como derrubar gigantes.

O clima?
Mais tensão do que empolgação.
E talvez seja assim mesmo que tenha que ser.

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