Estão abertas até 21 de janeiro de 2026 as inscrições para os programas de Residência Médica em Medicina da Família e Comunidade e de Residência Multiprofissional em Saúde da Família, ofertados pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A iniciativa reúne um total de 81 vagas, incluindo 36 para médicos e 45 para profissionais de diversas áreas de Saúde.
O objetivo é qualificar profissionais para atuação na Atenção Primária à Saúde (APS), fortalecendo a política pública de Saúde da Família em unidades de Campo Grande. As bolsas oferecidas aos residentes podem chegar a R$ 12,6 mil mensais para médicos, somando a bolsa base do Ministério da Educação com complementação da Fiocruz; e cerca de R$ 4,1 mil para os demais profissionais.
Vagas por área
No programa Multiprofissional em Saúde da Família, as vagas estão divididas entre:
- Enfermagem: 25
- Odontologia: 8
- Educação Física (bacharelado): 2
- Farmácia: 4
- Fisioterapia: 2
- Psicologia: 2
- Serviço Social: 2
Para Medicina da Família e Comunidade, são 36 vagas destinadas a médicos com diploma reconhecido e registro no CRM.
Como se inscrever
As inscrições são feitas exclusivamente pelo site oficial da Sesau, onde também estão disponíveis os editais completos, com cronograma, conteúdo programático e regras do processo seletivo.
Processo seletivo
A seleção será realizada por meio de prova objetiva com 50 questões de múltipla escolha, marcada para 1º de fevereiro de 2026. O exame será comum aos dois programas. Os candidatos devem apresentar documento oficial com foto e seguir normas que proíbem itens como bonés, relógios, óculos escuros e dispositivos eletrônicos.
O gabarito preliminar será divulgado até as 17h do dia 2 de fevereiro, com recursos possíveis entre os dias 2 e 3. Serão eliminados candidatos com menos de 50 pontos. O resultado final está previsto para 4 de fevereiro de 2026 e será publicado no site da Sesau.
Reserva de vagas
Os editais contemplam ações afirmativas, reservando vagas para candidatos negros, indígenas e pessoas com deficiência, em conformidade com a legislação municipal.
Especialistas em educação e Saúde Pública ressaltam que programas de residência em Medicina de Família e Comunidade e em Saúde da Família são fundamentais para consolidar a APS como eixo do Sistema Único de Saúde (SUS), promovendo cuidado integral à população. (analista local)









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