Após oito anos, torneio nacional retorna com 65 equipes e clima de recomeço para o futebol feminino brasileiro
A CBF oficializou nesta semana o retorno da Copa do Brasil Feminina a partir da temporada de 2025. A competição, que não era disputada desde 2016, volta reformulada e promete movimentar o calendário do futebol feminino nacional com a participação de 65 equipes de todos os estados e das três divisões do Brasileirão. Representando Mato Grosso do Sul, o Operário é o único clube do estado garantido no torneio.
O Galo da Série A3 entra em campo já na primeira fase, que terá partidas únicas e eliminatórias. Em caso de empate, a decisão será nos pênaltis – formato que se manterá até a final. A estreia da competição está prevista para o fim de maio, com as fases seguintes se estendendo até novembro.
Chaveamento e expectativa
Na primeira fase, os 32 clubes da Série A3 se enfrentam. Os 16 classificados avançam para encarar os times da Série A2 em junho. Já em agosto, entram os clubes da elite (Série A1), totalizando 16 confrontos para definir os oito que seguem rumo às quartas.
Os mandos de campo e confrontos ainda serão definidos por sorteio, o que aumenta a expectativa em torno da trajetória do Galo na competição.
Clima de decisão no Brasileirão A3
Enquanto se prepara para a nova Copa do Brasil, o time feminino do Operário segue na briga pelo avanço no Brasileirão Série A3. Após estrear com uma vitória eletrizante por 5 a 4 contra o Operário-MT, a equipe sofreu uma derrota por 2 a 0 diante do Vila Nova no último sábado. Ainda assim, ocupa a vice-liderança do Grupo A2 com 3 pontos.
Agora, o Galo encara o Cresspom em um confronto direto e decisivo. Para garantir a classificação às oitavas de final, a vitória é o caminho mais seguro. Mas um empate também pode bastar, desde que o Operário-MT não vença o líder Vila Nova.
É tudo ou nada. O momento é de decisão dentro e fora de campo – com a chance de fazer história no presente e no futuro. A volta da Copa do Brasil reforça o crescimento da modalidade, e o Operário quer ser protagonista dessa nova era do futebol feminino.









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