Na tarde dessa semana no 67 Digital News, recebemos dois nomes que movimentam (e muito!) a cena cultural de Campo Grande: Arthur, fundador do Bada, e Thali, que comanda o marketing do lugar com mão firme e muito close certo.
E a gente já começa com a dúvida que divide o público: afinal, é “Badá” ou “Bada”? A resposta… bom, você vai ter que assistir no YouTube pra descobrir. 😏
Mais que um bar — uma experiência urbana
Com mais de 6 anos de história, o Bada é aquele lugar onde a galera vai pra ver e ser vista, curtir um som digno de Berlim e ainda aproveitar o brunch mais estiloso de CG. Aos domingos, a vibe é “spritz na mão, look montado e DJ mandando ver no set”.
Arthur contou que a ideia sempre foi fugir do óbvio: “Queríamos trazer um lugar com identidade. Campo Grande merecia uma experiência fora da caixa.” E acertaram em cheio.
O som é um capítulo à parte. A curadoria musical do Bada é finíssima, com DJs que exploram o melhor do eletrônico europeu — deep house, disco, afrobeat, tech — sempre com muito bom gosto e autenticidade.
“O som tá alto demais!” — A treta da acústica
Nem só de drinks vive um bar, né? Claro que também rolaram os perrengues. Teve denúncia por causa da acústica — vizinho bravo, polícia, aquela tensão. Mas Arthur deixou claro: “Levamos super a sério, fizemos ajustes e estamos sempre em diálogo. Não queremos incomodar, queremos encantar”.
Dress code ou censura fashion?
Agora… segura essa: pode ou não pode ir de regata no Badá? A treta foi servida ao vivo no bate-papo, e a resposta… ficou no ar. Só assistindo pra entender o babado!
E o futuro?
Vem coisa grande por aí. Arthur soltou spoilers de eventos novos, parcerias e até gente de fora do estado de olho no que rola ali. Mas sem pressa: cada passo é pensado e cheio de conceito.









Sensacional! Parabéns