Data Atual

Data:

Ouça aqui a rádio DNA67

topo_posts

“Maldição” e “dinheiro de sangue”: Piovani ultrapassa limite e vira alvo de processo

por | maio 3, 2026 | NOTÍCIAS, SLIDER | 0 Comentários

Se a internet tivesse um botão de “alerta de treta”, ele dispararia toda vez que Luana Piovani abre a boca. A nova confusão envolve Virginia Fonseca — e o nível subiu além do padrão.

A atriz criticou duramente a influenciadora por promover plataformas de apostas online. Até aí, debate público. O problema veio na sequência: Piovani chamou o lucro de “dinheiro de sangue” e afirmou que uma “maldição” recairia sobre os filhos de Virginia. Não foi indireta, foi ataque frontal.

Virginia reagiu como era esperado — emocional e juridicamente. Apareceu chorando nas redes sociais, disse que não admite ataques à sua família e anunciou que pretende processar a atriz. A crise deixou de ser apenas digital e caminha para o tribunal.

Um histórico que não deixa dúvidas

Quem acompanha Piovani sabe: não é episódio isolado, é padrão de comportamento.

Em 2012, o alvo foi Grazi Massafera. Após comentários sobre o remake de “Guerra dos Sexos”, Piovani disparou: “Não basta ser lindíssima, amor, tem que ser atriz!”. A situação escalou quando ela discutiu com fãs da atriz e soltou: “Cala a boca, talifã”.

Em 2013, foi a vez de Sabrina Sato. Mesmo reconhecendo o sucesso da apresentadora como rainha de bateria, Piovani minimizou: disse que “não basta samba no pé e corpão”, faltaria “postura admirável”.

Já em 2019, a colisão foi com Ludmilla. A atriz criticou a música “Malokera”, chamando de “vulgar e apelativa”. Ludmilla respondeu com um texto direto, acusando Piovani de frustração e desrespeito ao trabalho alheio.

Quando a treta vira processo

A língua afiada também já teve consequência judicial. Após ataques a Neymar — chamado de “mau caráter”, “péssimo pai” e “escroto” — o jogador entrou com ação por injúria e difamação. Em outubro de 2025, a Justiça de São Paulo condenou Piovani a prestar serviços comunitários.

A rivalidade com Carolina Dieckmann é outro capítulo longo. Começou em 2008, após um episódio envolvendo Dado Dolabella, e nunca foi resolvida. Entre indiretas e acusações, Piovani chegou a chamar Dieckmann de “machista” anos depois, reacendendo o conflito.

Nem Wanessa Camargo escapou. Em 2025, ao comentar denúncias envolvendo Dolabella, Piovani atacou mulheres que, segundo ela, “passam pano”, citando diretamente a cantora.

Conclusão

Luana Piovani construiu uma persona pública baseada em confronto direto, sem filtro e sem freio. O problema é que o tom subiu: saiu da crítica e entrou no campo pessoal — envolvendo família, reputação e, agora, possíveis novas ações judiciais.

A pergunta já não é mais “quem será o próximo alvo?”, mas sim: quanto custa sustentar esse tipo de exposição?

final_texto_post

0 comentários

Enviar um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

/*** Collapse the mobile menu - WPress Doctor ****/