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Fenômeno fora das franquias: “A Empregada” domina bilheterias e vira o primeiro grande sucesso de 2026

por | fev 6, 2026 | ENTRETENIMENTO, NOTÍCIAS | 0 Comentários

O suspense psicológico A Empregada se consolidou como o primeiro grande fenômeno de bilheteria de 2026 no Brasil. O longa liderou o ranking nacional por três semanas consecutivas, ultrapassando 3 milhões de espectadores e alcançando R$ 68 milhões em renda, segundo dados da Comscore.

Lançado em meados de janeiro, o filme assumiu a liderança após superar Avatar: Fogo e Cinzas, mantendo-se no topo mesmo com a estreia de Zootopia 2, um feito raro em um mercado tradicionalmente dominado por animações e grandes franquias.

Protagonizado por Sydney Sweeney e Amanda Seyfried, o longa se destaca justamente por fugir do circuito convencional de blockbusters. O principal motor do sucesso tem sido o boca a boca nas redes sociais, transformando cada sessão em uma experiência coletiva marcada pelo cuidado em evitar spoilers.

Bilheteria forte e impacto digital

Além do desempenho expressivo no Brasil, o filme estreou nos Estados Unidos com US$ 45 milhões apenas no primeiro fim de semana. A recepção do público foi medida pelo CinemaScore, que atribuiu nota “B”, indicador positivo de satisfação entre os espectadores.

Nas redes sociais, o impacto antecedeu a estreia. A hashtag relacionada ao título ultrapassou 1 bilhão de visualizações no TikTok, impulsionada pela comunidade BookTok, conhecida por engajar leitores e adaptar tendências literárias para o audiovisual.

Enredo, adaptação e bastidores

A trama acompanha Millie Calloway (Sydney Sweeney), jovem com passado conturbado que aceita trabalhar como empregada doméstica na mansão de Nina Winchester (Amanda Seyfried). O que começa como uma chance de recomeço se transforma em um intenso jogo psicológico, marcado por manipulações, segredos e confrontos dentro da casa da família Winchester.

Baseado no livro de Freida McFadden, o filme mantém a essência da obra original, mas adota ritmo mais acelerado e alterações no terceiro ato — mudanças que dividiram opiniões entre leitores e críticos.

A direção é de Paul Feig, conhecido por transitar entre comédia e suspense, enquanto o roteiro é assinado por Rebecca Sonnenshine, com experiência em produções de forte apelo popular e narrativas tensas.

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