Campo Grande abre Maio Amarelo com foco em empatia e meta de zero mortes no trânsito
Na manhã desta segunda-feira (04), a Praça Ary Coelho, no centro de Campo Grande, foi palco da abertura oficial do Movimento Maio Amarelo 2026. A mobilização reuniu autoridades, representantes da sociedade civil e a população em um chamado coletivo pela redução de sinistros viários e preservação da vida.
Com o tema “No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas”, a campanha deste ano propõe uma mudança de comportamento baseada na empatia e na responsabilidade compartilhada. A diretora de Educação para o Trânsito do Detran-MS, Andrea Moringo, destacou que o conceito vai além do simples ato de ver.
“Enxergar é ir além do olhar superficial. É agir com consciência, somar esforços e construir um trânsito mais seguro para todos”, afirmou.
O evento contou com a participação de instituições que integram o Gabinete de Gestão Integrada de Trânsito (GGIT), como SEST-SENAT, DNIT e Batalhão de Polícia Militar de Trânsito (BPMTran), reforçando a atuação conjunta em prol da segurança viária. Durante a cerimônia, também foram realizadas abordagens educativas com motoristas e pedestres.
A programação do Maio Amarelo em Mato Grosso do Sul contempla ações ao longo de todo o mês, atingindo diferentes públicos. Entre os destaques estão atividades em escolas, ações em comunidades indígenas e periferias, além de experiências imersivas com simuladores de embriaguez e exibição de conteúdos educativos.
Outro ponto alto será o Fórum Centro-Oeste de Segurança Viária, nos dias 25 e 26 de maio, no Bioparque Pantanal, que discutirá estratégias ligadas à Rota Bioceânica, com participação de especialistas nacionais e internacionais.
Entre as inovações, a campanha traz a Exposição Gigantes, com uma maquete de passagem de fauna, visando conscientizar sobre atropelamento de animais silvestres nas rodovias.
A meta é ambiciosa: zerar as mortes no trânsito. Para isso, segundo Moringo, é essencial o engajamento coletivo. “Precisamos acreditar e trabalhar incansavelmente para transformar o trânsito em um espaço de paz”, concluiu.









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