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SES amplia vacinação contra chikungunya em Mato Grosso do Sul e inclui quatro novos municípios

por | maio 6, 2026 | NOTÍCIAS, SLIDER | 0 Comentários

A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul (SES), por meio da Coordenadoria de Imunização, anunciou a ampliação da estratégia de vacinação contra a chikungunya no estado de Mato Grosso do Sul. A nova etapa inclui os municípios de Amambai, Batayporã, Douradina e Sete Quedas, com início previsto ainda nesta semana.

Para viabilizar a expansão, a SES fará o remanejamento de doses inicialmente destinadas a Dourados, garantindo melhor aproveitamento dos imunizantes disponíveis. Ao todo, serão distribuídas 14.400 doses entre os quatro municípios, de forma proporcional à população local.

Os imunizantes ficarão armazenados no Núcleo Regional de Saúde de Dourados, sendo retirados pelas equipes municipais conforme a demanda. A entrega ocorrerá gradualmente, conforme o avanço da vacinação, assegurando maior controle e eficiência na aplicação.

A definição das cidades contempladas foi feita pela Coordenação-Geral de Vigilância de Arboviroses, vinculada ao Ministério da Saúde, com base em critérios técnicos e epidemiológicos.

Segundo a coordenadora de Imunização da SES, Ana Paula Goldfinger, a estratégia tem como foco ampliar a proteção da população e evitar desperdícios. “Estamos atuando de forma estratégica para garantir que todas as doses disponíveis sejam utilizadas dentro do prazo adequado”, afirmou.

Histórico da vacinação no Estado

A campanha contra a chikungunya teve início em 16 de abril, após o recebimento de 20 mil doses da vacina IXCHIQ enviadas pelo Ministério da Saúde. Inicialmente, a aplicação foi concentrada em Dourados e Itaporã.

A vacina é de dose única e indicada para pessoas entre 18 e 59 anos. Por ser um imunizante de vírus vivo atenuado, é contraindicada para gestantes, puérperas, imunocomprometidos e pessoas com doenças crônicas descompensadas.

Prevenção segue essencial

A SES reforça que, além da vacinação, o combate ao mosquito Aedes aegypti continua sendo fundamental. Medidas simples, como eliminar água parada, limpar calhas e manter reservatórios fechados, são decisivas para conter a proliferação do vetor e reduzir os casos da doença.


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